Tornou-se Crítico de Arte e Professor de História da Arte por orientação de seu mestre Alberto da Veiga Guignard. Cativado pelo estreito laço de amizade, Guignard o nomeou seu Procurador e, posteriormente, Diretor Executivo da Escola, ao seu lado como Diretor Presidente. O mestre com seu renomado nome, ainda no inicio década de 50, ajudou a conseguir para seu amigo uma bolsa de estudos na França, onde viveria durante anos.

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Desde quando conheci Guignard, isto por volta de 1951, e pude manter com ele uma cordial amizade, tinha vontade de escrever sobre seus trabalhos, tanto gostava deles. Cheguei até a produzir artigos ainda carentes de experiência, focalizando alguns deles, como cerca de dois aspectos de Belo Horizonte, dois de Ouro Preto, um de Sabará, naturalmente não aproveitados aqui, publicados na imprensa da época.

Reportagens sobre falsificações

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